Espondiloartrose doença na coluna vertebral DOENCASREUMATICAS.COMEspondiloartrose ou espondilose, é uma enfermidade crônica-degenerativa, que atinge a coluna vertebral, envolvendo as  articulações interapofisárias e intervertebrais, caracterizado por alterações na cartilagem articular.

Causando dor, rigidez articular, osteófitos, deformidade e progressiva perda da função, redução dos espaços intervertebrais e degeneração do disco com esclerose na borda vertebral.

Suas causas ainda não estão bem estabelecidas, mas idade é o principal fator de risco.

É importante salientar que todo ser humano tem, em algum nível, artrose de coluna entretanto sempre que houver sintomas dolorosos persistentes ou neurológicos, faz-se necessário uma consulta médica.

50% da população apresentam cervicalgia em alguma fase da vida. Aproximadamente 70%-80% da população sofrem de alguma dor incapacitante da coluna ao longo da vida e a idade média ao diagnóstico é em torno dos 48 anos, e a incidência anual, de cerca de 110 por 100.000 em homens e de 63 por 100.000 em mulheres.

Abaixo listamos os tipos de artroses, sua localização na coluna, seus sintomas e tratamentos. Acompanhe;

Tipos de Artroses

Os tipos de artroses que falaremos abaixo são de conhecimento da grande maioria da população. Boa parte de nós, em algum momento da vida, já sentiu algum tipo de dor na coluna.

Entender um pouco mais sobre essa anatomia, vai nos ajudar a identificar com maior clareza os tipos de artroses.

espondiloartrose cervical c5 c6 1x

 

A coluna vertebral é constituída por uma série de ossos, que são chamados de vértebras. Esse conjunto de vértebras é dividido em quatro regiões, que são: – espondilose cervical c5 c6(pescoço)

Com sete vértebras; – torácica (tronco), com doze vértebras; – lombar (região da cintura), com cinco vértebras; – sacro (região do quadril), com cinco  vértebras fundidas;  O cóccix (ponta final da coluna) tem de quatro a cinco vértebras, também fundidas. O sacro é a base da coluna vertebral, que se articula também com a bacia.

Coluna Cervical (pescoço) – C1 a C7 

Espondiloartrose Dorsal

Na parte alta, encontramos a coluna cervical (pescoço) e suas sete vértebras-Vértebra Cervical 1 (C1), Vértebra Cervical 2 (C2) e assim sucessivamente: C3, C4, C5, C6 e C7. Desse conjunto, apenas duas vértebras da coluna cervical não têm um disco intervertebral interposto entre elas: C1 e C2.

Nessa região a curvatura é chamada de lordose cervical. Esse é o segmento de maior mobilidade da coluna vertebral. A coluna vertebral e os discos aumentam de tamanho e de volume da região cervical para lombar. Portanto as vértebras e os discos intervertebrais na coluna cervical são os mais estreitos.

 Coluna Torácica (tronco) – T1 a T12

Na parte média, encontramos a coluna torácica com suas 12 vértebras – de cima para baixo chamamos de Torácica 1 (T1), Torácica 2 (T2) e assim sucessivamente, até T12.

Temos nessa região 12 pares de costelas, dos quais 7 pares se articulam com o osso esterno (o osso que fica entre o lado direito e o lado esquerdo do peito), também chamadas de costelas verdadeiras.

Outros três pares de costelas se articulam com a cartilagem do esterno – são chamadas de falsas. As duas últimas são flutuantes, pois estão soltas, fixas apenas na porção lateral da coluna vertebral. Elas não se articulam com o esterno.

Coluna Lombar (região da cintura) L1 a L5

Na região baixa você vai encontrar a coluna lombar com suas cinco vértebras lombares, que são chamadas de Lombar 1 (L1), L2 até a Lombar 5 (L5). Essas abreviaturas são encontradas com mais freqüência nos laudos dos exames complementares como raios-X, tomografias e ressonância nuclear magnética.

A sua curvatura é lordótica. Essa é a região da coluna que mais recebe carga entre as vértebras. Como conseqüência, é o segmento mais acometido de toda a coluna vertebral. Essa região realiza grandes movimentos de flexão anterior e posterior, um bom movimento de lateralidade e poucos graus de rotação.

Sacro e Cóccix

No segmento mais inferior da coluna, encontramos o sacro e o cóccix. O sacro tem um papel fundamental na biomecânica da coluna vertebral. Devido às suas comunicações com os ossos da bacia, ele tem uma função fundamental na nossa postura e determina a angulação da nossa coluna.

Estamos falando do ângulo formado entre o sacro e cabeça do fêmur, chamado ângulo de incidência pélvica, ele determina o equilíbrio entre o quadril e a coluna vertebral

Os 23 discos estão localizados entre as vértebras. Eles se conectam com as vértebras por meio das placas terminais. Essas placas têm um papel fundamental com o envelhecimento e o desgaste dos discos e vértebras. Portanto, conhecendo esse processo evolutivo, poderemos prevenir muitas dores nas costas.

Os discos formam cerca de 30% do comprimento total da coluna. Por isso, o envelhecimento e a desidratação dessas estruturas anatômicas provocam a diminuição na estatura.

Agora que você já conhece mais a fundo nossa coluna vertebral, vamos nos aprofundar aos tipos de Espondilose.

Espondiloartrose Cervical

Espondiloartrose cervical Completo

 

A dor cervical é a segunda causa mais freqüente de consulta nos serviços primários de saúde do mundo inteiro, ficando apenas atrás da dor lombar.

Esse tipo de artrose compromete as articulações da coluna na região do pescoço,  onde as vértebras que mais costumam ser atingidas são as   são as 3 inferiores, em nível C4-C6. o que gera sintomas como dor local, que pode atingir também os braços.

As vértebras normalmente mais atingidas são as de nível c5 e c6.

 

Dentre os alguns dos sintomas, temos:

  • Dores no pescoço que pode afetar 1 ou os 2 braços;
  • Queimação ou sensação de formigamento no pescoço, ombros ou braços;
  • Sensação de tontura ao virar a cabeça rapidamente;
  • Sensação de “areia” dentro da coluna na região do pescoço;
  • Dificuldade em realizar movimentos com o pescoço;
  • Zumbidos no ouvido

artrose primária está ligada a fatores genéticos doença, enquanto a artrose secundária está relacionada ao envelhecimento, quedas, má postura e o estresse.

O diagnóstico é feito a partir de exames clínicos e radiológicos, tais como Raios-x; ressonância magnética, ecodoppler ou tomografia computadorizada.

O tratamento se dá através do uso de analgésicos e anti-inflamatórios por aproximadamente 10 dias. Fisioterapia, exercícios de alongamento ajudam a reduzir a dor durante os períodos de crise. O Uso de bolsas de água quente, deixados cerca de 20 minutos no local, colabora para a redução da dor em períodos de dor aguda

Espondiloartrose Lombar com Redução dos Espaços Discais

espondiloartrose lombar com redução dos espaços discais DOENCASREUMATICAS.COMDor lombar é a primeira causa de falta ao trabalho em todo o mundo, ficando atrás apenas do resfriado comum.

Esse tipo de artrose atinge a parte inferior das costas, parte essa que sustenta todo o peso do corpo, e as vértebras mais atingidas são em nível L5-S1.

Entre as mulheres, as vértebras mais comuns de serem atingidas são as que estão entre L4-5.

Algumas das possíveis causas da espondilose lombar são os traumas, tais como quedas ou um acidente, desgaste natural da articulação devido ao tempo de vida, osteoporose ou predisposição genética.

A espondiloartrose lombar pode ser classificada em quatro tipos. Essa classificação é feita após exames radiológicos e clínicos;

  • Espondiloartrose lombar discreta;
  • Espondiloartrose lombar incipiente;
  • Espondiloartrose lombar com degeneração discal ou
  • Espondiloartrose lombar com osteófitos.

Os sintomas podem ser:

  • Dor na parte inferior das costas;
  • Sensação de queimação ou de formigamento nas costas, numa ou nas duas pernas.
  • Sensação de peso no final das costas;
  • Dificuldade em ficar sentado ou deitado na mesma posição por muito tempo;
  • Diminuição da força numa ou nas duas pernas;
  • Fraqueza

Estes sintomas tendem a piorar caso permaneça em uma mesma posição por um determinado tempo, ou algum esforço físico e geralmente diminuem ao colocar uma bolsa de água morna na região.

O tratamento, tal como em todos os tipos de artrose, é sintomático. Ou seja busca a diminuição dos sintomas, tais como as dores e incômodos locais.

Em alguns casos a cirurgia pode ser utilizada, cujo objetivo é realinhar todas as estruturas ósseas e o disco intervertebral. Entretanto o melhor tratamento permanece sendo alongamento, exercícios físicos regulares e o emprego da fisioterapia.

Espondiloartrose Lombar com Osteófitos

espondiloartrose lombar com osteófitos DOENCASREUMATICAS.COMOsteofitose consiste em pequenas expansões ósseas em forma de gancho, os osteófitos, que surgem ao redor do disco da coluna vertebral, e que devido ao seu formato, ganhou esse nome popularmente conhecido como bico de papagaio

Entre as possíveis causas para o surgimento dos osteófitos temos a desidratação do disco intervertebral, pré-disposição genética, sobrecarga articular (como por exemplo a obesidade)

Problema articular prévio (como inflamação, fratura, ruptura de ligamentos, entre outros) ou em conseqüência de impactos sofridos ao no decorrer da vida.

Entretanto, é importante destacar que o maior causador deste tipo de artrose é a falta de postura correta ao longo dos anos, cujo inicio vem na infância, levando a lesões nas articulações vertebrais, gerando os osteófitos e causando dor devido a compressão da raiz nervosa.

À medida que se envelhece, a desidatração dos discos e a expansão óssea tendem a causar crises mais freqüentes, com dores persistentes. Pessoas que não adotaram práticas corretas de postura, prática regular de exercícios físicos, ou que vivenciaram períodos de intenso estresse tendem a desenvolver o bico de papagaio mais cedo.

O alivio das dores através de analgésicos e antiinflamatórios, a adequação da maneira de viver com hábitos que incluem um programa de exercícios, fisioterapia e alongamentos, permanece sendo a forma de tratamento.

Tratamento cirúrgico é recomendado somente quando o paciente possuir danos neurológicos súbitos e/ou quando a coluna evidenciar sinais de desalinhamento progressivo caracterizados por dor intensa e perda de força e sensibilidade nos membros superiores. A realização deste tipo de cirurgia requer o uso de enxertos ósseos e implantes.

Espondiloartrose Torácica

espondiloartrose torácica DOENCASREUMATICAS.COMDevido à redução dos espaços discais, o que ocasiona um estreitamento do canal vertebral e a formação de hérnia intervertebral, temos também o surgimento da espondilose torácica, ou dorsal.

Ocorre na região torácica da coluna, localizada bem ao meio das costas, nas vértebras t1 a t12, e é a menos atingida pela espondilose. Normalmente não apresenta sintomas, por conta de sua menor amplitude de movimento articular.

Por conta dos tratamentos serem muito semelhantes a praticamente todas as espondiloses, separamos um espaço para aprofundar um pouco mais esse tópico.

Lembre-se que o mais importante é passar pela avaliação de um especialista. Somente ele, através de exames clínicos e de imagens, poderá indicar com exatidão quais vértebras foram atingidas e qual o melhor tratamento, caso a caso.

Tratamentos da Espondiloartrose

RECOMENDAMOS

Como já dito anteriormente, a espondilose é degenerativa crônica e progressiva.

Os tratamentos visam uma melhor qualidade de vida, e ocorrem em  níveis, iniciando com terapias não medicamentosas, e avançando para medicamentosas , ou até uma possível cirurgia.

Terapias não Medicamentosas

espondiloartrose Terapias não medicamentosas DOENCASREUMATICAS.COM

Alongamentos, programas de exercícios físicos e postura, acupuntura e terapia ocupacional são a base para uma melhor qualidade de vida. Um fisioterapeuta, juntamente com seu médico, serão os responsáveis por determinar os melhores exercícios, freqüência e intensidade conforme necessidade específica.

Terapias Medicamentosas

espondiloartrose Terapias medicamentosasAnalgésicos e anti-inflamatórios são a base para tratar os sintomas e controlar a dor. Para dores crônicas o médico poderá indicar antidepressivos tricíclicos.

Caso não haja uma boa resposta a esses tratamentos, o médico poderá iniciar um tratamento a base de corticoides, injeções sacroilíacas, terapia eletro termal, descompressão da raiz nervosa, dentre outros.

Manter a rotina de exercícios e seguir o tratamento médico a risca são as palavras de ordem.

Dessa forma, certamente o paciente alcançará um bom controle da doença e uma ótima qualidade de vida

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